Geólogo
Montanhista
Ambientalista

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COMENTÁRIOS SOBRE ALGUMAS CONQUISTAS       

-          Paredão Phoenix (2° III) – Primeira conquista, em março de 1977. Localiza-se no Morro da Babilônia na Urca  (Rio de Janeiro – RJ) e foi feita em companhia de André Ilha e Paulo Ferreira Bruxo 60;
 
-          Agulha da Neblina (A0) – Pico anexo à Agulha do Diabo na Serra dos Órgãos – Teresópolis – RJ. Foi o primeiro cume virgem conquistado, em abril de 1977, também com André Ilha.  Coisa que ninguém acreditou, numa reunião social do Centro Excursionista Brasileiro (CEB) da época, clube que o autor foi sócio nos anos 70, foi o fato do veteraníssimo montanhista Raimundo Minchetti (falecido recentemente) ter alegado que havia chegado primeiro ao cume, antes de nós,  sem corda e utilizando uma fantasiosa "pirâmide humana";
 
-           Face Oposta do Escalavrado (5° V A0) – Segunda via dessa montanha da Serra dos Órgãos, com 560 metros de extensão, feita em julho de 1977 com Mário Arnaud e André Craveiro. Nunca teve repetições, houve apenas uma frustrada tentativa pelo grande montanhista Sérgio Tartari no início dos anos 80, devido à chuva;
 
-           Chaminé Pão-de-Açúcar (2° III) – Uma das primeiras vias da Face Leste do Pão-de-Açúcar no Rio de Janeiro, conquistada em março de 1978, em parceria com André Ilha. Na chaminé inicial, quando da conquista, foram achadas históricas balas de canhão de forma esférica que devem ter sido arremessadas por antigos galeões que cruzavam  a entrada da Baía de Guanabara e faziam do Pão-de-açúcar alvo para tiros ;
 
-          Paredão Ás de Espadas (6°VIsup) – Localizada no Pão-de-Açúcar, essa via, conquistada em março de 1979, é um ícone da escalada na Urca (Rio de Janeiro – RJ). Foi feita com Ricardo de Moraes e Paulo Ferreira Bruxo 60, utilizando-se tênis e sem magnésio, como era hábito à época. Apesar de se localizar em uma parede com intensa e valiosa vegetação rupícola, seu traçado, antes da conquista, já era quase todo limpo naturalmente;
 
-          Fissura Tropical (VIsup) – A primeira via esportiva móvel do país. Conquistada com nuts no Morro da Babilônia na Urca, iniciada em julho de 1977 e terminada em agosto de 1979 em companhia de José Luis (Camelô) Lozada;
 
-          Vias na Urca – Rio de Janeiro (RJ). Conquistou, nesse que é considerado o Centro de Escalada mais importante e famoso do país, 38 vias, quantidade esta que coloca hoje o autor como sendo o maior conquistador do local. Nascido e criado no bairro da Urca, onde morou por muito tempo e começou a escalar nos anos 70, o autor se considera um "Urcanista" nato. O autor conquistou com Juliano Magalhães, Flávio Leone e Xaxá Carrozzino a provável via mais difícil do Morro da Urca - Jardim de Pedra - 6° VIIb, 170 metros, localizada na pouco acessível Face Noroeste, na altura da rua Marechal Cantuária. Caso exista interesse em repetir essa via, com acesso ao cume, entrar em contato com o autor pois a base fica em área particular; 
 
-          Face Sudoeste do Alto Mourão (4° V E3) – Belíssima via de grande extensão ( cerca de 550 m) na famosa montanha de Niterói – RJ. Até hoje é uma das vias mais freqüentadas e apreciadas daquela montanha. Foi conquistada em setembro de 1980 com André Ilha, Ricardo de Moraes e Dario dos Santos. A grampeação dessa via está sendo substituída por artefatos de titânio, a prova de corrosão marítima;
 
-          Chaminé Macacú (6° VI E4) – A primeira "big-wall" do país conquistada exclusivamente com nuts. Localiza-se no pontão homônimo encostado na parede da Pedra do Colégio em Cachoeiras de Macacú – RJ. Os seus 400 metros foram corajosamente conquistados em março de 1981 com Ricardo de Moraes;
 
-          Paredão Juliano Magalhães (6° VIIa) – Localizado no famoso Morro da Formiga em Petrópolis – RJ, representa um Símbolo da Escalada Petropolitana. Foi conquistado em maio de 1982 com Eric Nyssens, este com apenas 14 anos. O autor morou em Petrópolis nos anos 80, durante quatro anos, tendo sido presidente do Centro Excursionista Petropolitano por dois mandatos (82 e 84). Desde 1977 (há 40 anos) é sócio-proprietário e guia do citado clube, pelo qual tem muita estima;
 
-          Paredão Ácido Pitônico – Primeira conquista iniciada no berço da escalada esportiva do país ( Parede dos Ácidos – Rio de Janeiro) com Tony Adler. Foi quase toda concluída em setembro de 1979 e terminada em agosto de 1983, com o uso de pitons, quando a “moda dos ácidos” estava no auge;
 
-          Variante Jaguar e Paredão Gato Negro (VIsup)– Localizadas no Morro da Formiga em Petrópolis, representam duas das primeiras vias em aderência do país com classificação acima de sexto grau (antigo limite da escalada Brasileira). Foram conquistadas respectivamente em novembro de 1983 e janeiro de 1984, com o uso de kichutes e sem magnésio, em companhia de Jeferson Costa e Márcio “Buzina”;
 
-          Serra do Lenheiro (São João del Rei – MG) – "Descobridor" do potencial, em 1984, durante passagem pela cidade. Em abril do mesmo ano foram conquistadas as primeiras seis escaladas móveis em companhia de André Ilha, com destaque para as Fissuras Spartacus (IV) e Dança Macabra (V). Hoje o local é considerado o primeiro point de escalada móvel do país, um dos mais apreciados e sede de memoráveis Encontros de Escaladores;
 
-          "Descobridor" do pólo e conquistador de cerca de 60 escaladas móveis, e algumas fixas, no Morro da Pedreira na Serra do Cipó – MG, incluindo vários pontões virgens, a maioria com Celso Ferreira Gomes. Destaque para Rastro de Luz – 3° V – 75 m, Vista da Mata – 4° VI – 75 m, Morro Livre – 4° IV – 80 m, Face da Terra – 3° III – 80 m, Seguro Total – 4° V – 75 m e Fissura 2001 – VIIa – 25m. 
Embora o autor tenha "descoberto" o pólo para a escalada em atividades com o NAE (Núcleo de Atividades Espeleológicas), lamentavelmente não teve participação na conquista da primeira via (fissura do Por-do-Sol) com André Ilha (em viagem a convite do autor) e Marco Antonio Cardoso, por ter tido compromisso inadiável de trabalho no dia.
ATENÇÃO - O Morro da Pedreira constitui o Maior Pólo de Escalada Móvel do País, com cerca de 150 vias. Vários tem sido os casos de vias móveis que são intermediadas por grampos ou até mesmo "reconquistadas" com o uso dos mesmos artefatos.  ANTES DE CONQUISTAR NO CIPÓ, CERTIFIQUE-SE QUE NÃO EXISTE VIA MÓVEL PRÉVIA (VEJA NESTE SITE O GUIA DAS VIAS MÓVEIS DO LOCAL). NOS GRUPOS 2 E 4 SÃO PROIBIDAS VIAS COM GRAMPOS. PRATIQUE A ÉTICA !; 
 
-          "Descobridor" do potencial e conquistador das primeiras e da  maioria das escaladas nas apreciadas Pedra Pintada e Cachoeira de Cocais (Barão de Cocais – MG), a maioria em móvel, com destaque para Brucutu – 4° VI, Poeira Cósmica – 3° V e Viva a APA – VIsup. A escalada das vias na Pedra Pintada é muito controlada uma vez que lá existe um importantíssimo painel de pinturas rupestres, apesar do traçado das vias ficar distantes dos desenhos;
 
-          Paredão Jardim Rupestre (3° V) – Primeira escalada das Paredes de Casa Branca (Brumadinho – MG), famoso pólo da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com 130 m, foi conquistada totalmente em móvel com Julinho Cardoso em abril de 1989;
 
-          Primeiras escaladas das Fendas de Guaratiba – Rio de Janeiro – RJ. Em dezembro de 1992, com André Ilha, deu-se início a este tradicional local para prática de escalada móvel à beira mar do Rio com as vias Jogo Bruto – VIIa, Miramar – II e Cobras e Lagartos – Vsup, na praia do Perigoso. O autor ainda conquistou mais vias no local em 1996. Existe guia das escaladas desse pólo de autoria de André Ilha;
 
-          Pioneiro e conquistador das primeiras e da maioria da escaladas da Pedra Branca em Caeté – MG, tradicional granito nas imediações de Belo Horizonte. Destaque para as vias Micos – V, Libertas – VIsup, Perereca – VIIb, Quatro Macacos – VIIa, Parede Preta – 4° VI/VIIa, Face Norte – 3° IV (primeira via), Leão da Montanha – 4° VIsup, Variante do Mergulho – VIsup, Criaturas da Noite – 4° VI e Dona Onça – VIsup. Os companheiros de conquista são variados, sendo mais frequentes Julinho Cardoso, Emerson "Caverna" Azeredo, Eustáquio Júnior e Daniel Mariano;
 
-          Conquistador da maioria das escaladas móveis da Lapinha (Lagoa Santa – MG) com destaque: Para Não Dizer que Não Falei de Flores – Vsup, Eta Sô – VI, Gota D’ Água – VI e Espectro – VIIa, em companhia de Lúcia Magalhães e Ricardo Leal. O autor conquistou também várias vias fixas no local. A Lapinha foi arbitrariamente e por intolerância absurda da Prefeitura de Lagoa Santa - MG e de sua arqueóloga Rosângela Albano (mentora do fechamento) fechada para a escalada em 2002. Posteriormente o IEF-MG manteve a proibição para decepção de todos. Esse fechamento causou um prejuízo enorme no desenvolvimento da escalada mineira, semi-paralizando as atividades. O motivo do fechamento, que seria evitar um impacto ambiental, não vale pois a escalada é uma atividade de baixo dano. Depois de quase 10 anos fechada a Lapinha teve a escalada liberada em 21 de maio de 2011  graças à luta dos escaladores e principalmente da AME;
 
-          Conquistador da maioria das escaladas móveis no Complexo do Baú (Pedro Leopoldo – MG) onde se destacam Doce Vida – VIsup e Até o Fim – VIsup, em companhia de Fabinho Farias e Júlio Cardoso. O local, propriedade privada e valioso Patrimônio da Escalada Mineira,  foi também brutalmente fechado para escalada em 2002. Hoje em dia o pólo já encontra-se aberto aos escaladores;
 
-          Pioneiro do local denominado “Aderências de Timóteo “ no Vale do Aço Mineiro. Lá conquistou, desde 2000, dentre outras,  a sensacional Ana Lisa (Pico Ana Moura) – 7°VIIIa A0 – 560 m, considerada uma das vias, em aderência, mais difícil do país, com poucas repetições até agora. O trabalho foi feito com Fábio Farias, Pedro Leite, Daniel Mariano, Renato “Abud” Rocha, Fábio Cotta e Gilberto Oliveira de Ipatinga. O autor acredita que, no futuro, o Vale do Aço será o maior pólo em Aderência do país pela grande quantidade de paredes e opções;
 
-          "Descobridor" e conquistador na Fortaleza em Barão de Cocais – MG. O local é possuidor de um notável acervo de escaladas móveis, atingindo mais de 50 vias. Os destaques no local ficam por conta de Táxi Lunar (Agulha Chauá) – VIIa, Menina Veneno (Agulha Ararajuba) – Vsup e Cavalão (Agulha Arara Azul) – V A0, todas em companhia de Fábio Cotta e equipadas com grampos de 1/2";
 
-          "Descobridor" e maior conquistador do Último Grande Reduto de Pães-de-Açúcar Virgens do País, localizado nos municípios norte-mineiros de Jacinto e Rubim (baixo vale do Rio Jequitinhonha). Lá, desde 2000,  conquistou 40 gigantescos cumes virgens por vias igualmente grandes, numa região originalmente com mais de 100 cumes virgens. Os destaques ficam por conta das seguintes montanhas: Pedra do Elefante, Pedra do Salão, Pedra Misteriosa, Pedra Comprida e Pedra do Kampalegri. Os companheiros de conquista no local mais frequentes são Fábio Cotta, Paulinho Bandeira, Daniel Mariano, Luciano Bender, Celso Gomes e, em especial, o Juliano Magalhães. Tramita na ALEMG o projeto de criação do Parque Estadual da Pedra Misteriosa (PEPEM) que visa proteger o principal núcleo de montanhas de Rubim e Jacinto - MG. Apesar da resistência dos "coronéis" da região, a comunidade excursionista brasileira espera a criação da unidade de conservação para breve. O estágio atual do processo é: foram realizadas as duas consultas públicas no local e aguarda-se a criação da comissão local para ajustamento dos limites do Parque e definição da modalidade de unidade de conservação a ser aplicada. No momento ainda não foi apresentada a comissão, que deveria ter sido apresentada até 10 de agosto de 2017, já incorrendo em infração ao estabelecido em acordo público. As entidades ambientalistas e de montanhismo , juntamente com o deputado Jean Freire (autor do PL) ,na ausência da apresentação da comissão, estudam as providências a tomar para a finalização da criação da UC, sem a participação local nos tramites finais;
 
-          Primeiras conquistas/escaladas em móvel na ilha Fernando de Noronha (praia Quixabinha), em março de 2003, com destaque para Sorriso do Lagarto – VIIa e Burra Leiteira – VIsup. Uma parte da ilha está dentro do Parque Nacional Marinho. Para escalar dentro da unidade de conservação, deve-se solicitar autorização para tal. Em 2012 o autor voltou à ilha e fez mais duas conquistas móveis dessa vez na Praia do Americano. Trata-se da Obama Bin Laden - IIIsup e Inferno na Torre - IV. Estas vias de 2012 possuem um grampo ao final para rapel. Em 2013 o autor voltou mais uma vez à ilha conquistando com Juliano Magalhães a emblemática Pedra do Pião pela via Pião-Quatro-Rei. No Piquinho, anexo ao Pico da Sentinela, fez mais quatro vias, a maioria em móvel, com destaque para a Via dos 30, toda em agarrões e negativa. Fez também uma via grampeada, a Cafifa de Fogo, que, em conjunto, torna o Piquinho o melhor pólo de escaladas da ilha, onde inclusive já se pratica Rapel e pequenas escaladas coordenados por empresas de "esportes radicais" locais.
 
-        "Descobridor" do point denominado “Paredes de Aço” inserido em sua Fazenda Retiro das Águas em Ferros – MG, em particular no Vale do Roncador. A Fazenda citada, com 370 hectares, tem seu uso bem disciplinado e setorizado. Produz leite para a Fábrica Itambé na conhecida bacia leiteira do leste do Espinhaço, onde se faz o tradicional queijo de tipo Sêrro e o requeijão escuro. Apresenta magníficas formações florestais e abundantes mananciais de água, bem cuidados e preservados. No tocante à escalada, o local possui paredes de até 300 metros distando apenas 180 km de Belo Horizonte. Com potencial quase ilimitado, o point já possui 165  vias (o Guia das Escaladas de Ferros atualizado está disponibilizado em pdf baixável nesse site) com destaque para Jardim do Éden - 6°VIIa, Marcado a Ferro – 4°V, Iron Men – 4°Vsup, CEM - 4º V, Eu Não Sou de Ferro – 5°V, Social Club – 3°IIIsup, Ferro no Judas - 5°Vsup e Gangorra – VIIIa. A via Jardim do Éden, conquistada pelo autor e Juliano Magalhães, Celso Gomes, Gustavo Piancastelli, André DJ, Igor Murta, Luciano Bender e Patrícia Duffles, pode ser considerada a via mais emblemática do pólo, sendo considerada uma lindíssima via esportiva longa com 230 metros. Outra no mesmo estilo, a Conquista do Paraíso, se destaca sobremaneira no polo, tendo sua classificação também atingido 6°VIIa. Em julho de 2013 foi conquistada a via mais difícil do pólo chamada Conrado Ferro - 7º VIIIc, sendo considerada também uma via esportiva longa. O point possui vários setores, com destaque para: esportivas (três grupos incluindo esportivas longas), clássicas curtas, clássicas e aderências, ou seja, prazer para todos os gostos. O potencial para novas conquistas está liberado para os escaladores em geral. Os companheiros de conquista mais frequentes no local são Celso Gomes, Gustavo Carrozzino (Xaxá), Pedro Bugim, Juliano Magalhães, Nádia Moreira e Glesse Gripp.  Vale citar que o Gustavo é fundador do Clube Excursionista Mineiro (CEM) de Belo Horizonte e filho do veterano montanhista Carlos Carrozzino do Centro Excursionista Rio de Janeiro (CERJ). O autor é sócio-proprietário e guia do CEM. AS PAREDES DE AÇO PODEM SER CONSIDERADAS ATUALMENTE COMO O MAIOR E MAIS COMPLETO PÓLO EM GRANITO NAS IMEDIAÇÕES DE BELO HORIZONTE. APROVEITE-O POIS LÁ NÃO EXISTEM PROIBIÇÕES DE ACESSO E OS ESCALADORES SÃO BEM-VINDOS!!
 

- Escaladas em Búzios (RJ) - em 2008, juntamente com Juliano Magalhães, consolidou Búzios como interessantíssimo pólo de escaladas esportivas oceânicas (bem junto ao mar) com vias mistas, móveis e grampeadas. Conquistou-se nove vias nos seguintes setores: Canto direito da Praia de Geribá, Ponta da Lagoinha e Canto Esquerdo da Praia José Gonçalves, com classificação variando de V a VIIIb. A cidade possuia apenas duas vias de escalada. Para mais detalhes veja:   http://rocktripresende.blogspot.com/

- Pioneiro em escaladas no Jalapão - Tocantins. Em 2009 conquistou com Fábio Cotta quatro vias incluindo o cume da Pedra da Baliza (exatamente na divisa TO/BA) e falésia no início da trilha para a Serra do Espírito Santo.

- Escaladas em Belo Horizonte (Parque das Mangabeiras) - No final dos anos 80 o autor, em parceria com o grande companheiro Celso Gomes, abriu uma série de vias móveis e mistas no Parque. O principal setor foi chamado de Parede Itaorna e fica localizado na Serra do Curral na altura do portão de cima. Esta parede, que se destaca no local, possui vias em rocha tipo itabirito, de cerca de 15 a 20 metros, com destaque para Ciranda de Pedra - VI e Águas de Março - V. Um outro setor, menor, na altura do Quiosque (ponto mais alto da estrada) exibe boas vias em parede de rocha calcária. Para detalhes dos setores, entrar em contato com o autor. 

- Escaladas no Morro do Leme (Rio de Janeiro - RJ) - O autor, juntamente com  Juliano Magalhães, conquistou a partir de 2005 uma série de vias fixas e mistas no local. Os destaques ficam por conta de: João Belamy - 4° V, considerada a via mais bonita da montanha. Sua base localiza-se um pouco à esquerda do quiosque encostado na pedra e foi equipada com grampos de 1/2". O nome foi dado em homenagem ao falecido pai do autor (Carlos Joaquim Magalhães) que utilizava este pseudônimo quando escrevia artigos em jornal desmantelado pela ditadura de 64. Outros destaques ficam por conta da via Dois em Um - III/V que pode ser utilizada para seguir e voltar em horizontal a partir do final do caminho das pescadores. Esta via termina numa pequena enseada onde ainda podem ser encontradas as vias Insolação - IV, Ressaca - IVsup e Rio 40 Graus - VIsup. A Dois em Um e as vias da enseada estão equipadas com grampos de titânio inoxidáveis e prontas para uso.

-Escaladas em Jericoacoara (Ceará)- O autor é pioneiro em escaladas no local. Fez vias móveis na fantástica Pedra Solteira (a leste da Pedra Furada) denominadas de Aresta D'Artagnan e Dólar Furado. A região do Ceará é caracterizada por marés com amplitude muito grande que podem atingir mais de sete metros. Na maré alta de lua nova, uma das maiores, o autor fez uma via singular, algo que pode-se dizer um grande "boulder" intercalado com partes em caminhada. Saiu Praia da Malhada e foi até a Pedra Furada escalando sem corda rente ao mar (Travessia da Maré). Imperdível!

- Escaladas na Serra da Piedade (Caeté - MG) - O autor conquistou sete pontões virgens na serra (Orquídeas, Brumas, Emboabas, Impiedoso, Cuba Libre, Baião de Três e Maior do Charuto) e outras vias, a maioria em móvel. Para detalhes, mesmo que incompletos, ver Guia Escaladas de Minas, segunda edição, de Eustáquio Júnior e Daniel Mariano. Para demais informações, entrar em contato com o autor.

- Escaladas na Parede do Peti (Barão de Cocais - MG) - Considerado um ótimo pólo em granito nas imediações de Belo Horizonte. O autor iniciou os trabalhos no local e é conquistador da maioria das vias de lá. A Parede fica em frente da portaria da mina Brucutu da Vale e pode ser atingida por rápida caminhada. Para detalhes sobre acessos e croquis, fazer contato com o autor. 

- Parque Nacional da Serra do Caraça (Catas Altas - MG) - Esse Parque Nacional infelizmente ainda não existe, apesar do desejo de inúmeros excursionistas brasileiros pela sua criação. O Caraça é uma propriedade particular restritiva onde os excursionistas de clube e federados não tem vez. Há longos 12 anos o acesso às importantíssimas montanhas da serra pelos Clubes Excursionistas do Brasil vem sendo restringido pelos donos que se recusam a negociar qualquer possibilidade de acordo para liberdade de acesso. Para agravar a situação, tem sido testemunhado e documentado ao longo dos anos o uso inadequado daqueles frágeis ambientes naturais através de corte de candeia, criação de gado e desenfreada exploração turística convencional predatória, caracterizando mesmo um caso grave de crime ambiental. O Caraça pratica outros problemas ambientais tais como usar madeira nativa para o fogão de lenha que cozinha para os turistas, não maneja o lixo de forma adequada e alimenta animais silvestres como os lobos, na porta da igreja toda noite. 
Os proprietários do Caraça exigem para acesso às montanhas a contratação obrigatória de um "guia" deles, todos não habilitados para a função (não possuem equipamento adequado, não têm Treinamento de PSA - Primeiros socorros avançados - e não têm carteira de trabalho assinada). Esse fato coloca em risco os frequentadores esporádicos que resolvam se aventurar nas montanhas acompanhados por um elemento inapto e, o que é pior, pagando pelos serviços. Boicote o Caraça até que a questão de acesso seja regularizada. Comente isso com seus amigos e peça ajuda. Entre nessa luta!!! Em junho de 2011 os montanhistas filiados a clubes e representando a FEMEMG tiveram uma reunião com a direção do Caraça com vistas a negociar a liberação de contratação obrigatória de guias para os clubes e federados. No entanto, o Caraça se manifestou contrário à solicitação, coisa que é totalmente na contra-mão do que ocorre no país como um todo. Os montanhistas preparam no momento uma nova e feroz investida sobre essa matéria, junto ao Caraça.  
Como a área é de enorme relevância natural e histórica para Minas e para o país, a comunidade excursionista oficial brasileira que defende a não obrigatoriedade de contratação de "guias" entende que a melhor solução para o patrimônio seja mesmo a sua transformação em Parque Nacional envolvendo desapropriação. Também não acredita como a área ainda não foi transformada em Parque Nacional até hoje, apesar de sua gigante relevância ambiental.

- O autor comemorou 30.000 acessos ao seu site!!

- O autor comemorou em 2013 a sua 460° conquista e seu 70° cume virgem.